AMB Maranhão

Você já ouviu falar sobre Saúde Única?

Saúde pública, animal e ambiental através de políticas públicas que envolvem a prevenção e controle de patógenos.

No mês de novembro a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde e a Associação Paulista de Medicina trouxeram à tona conceito que engloba saúde pública, animal e ambiental através de políticas públicas que envolvem a prevenção e controle de patógenos.

No decorrer da última década observou-se um aumento na circulação de agentes infecciosos e com a propagação e emergência de epidemias, epizootias e zoonoses os riscos de pandemias se tornaram cada vez mais críticos. Neste contexto destaca-se o constante aumento da globalização dos riscos à saúde e a importância da interface humano-animal-ecossistema na evolução e emergência de patógenos.

Sabe-se que cerca de 60% das doenças infecciosas que afetam seres humanos são de origem zoonótica e quase 75% das doenças infecciosas emergentes que nos afetam, tais como Covid-19, raiva, febre amarela e ebola, tiveram origem animal. Portanto, os princípios em Saúde Única possuem acentuada importância na vigilância e no controle dessas doenças, necessitando receber de forma concisa a devida atenção de gestores públicos. Assim, a prevenção, vigilância e controle integrado das doenças de origem animal são ações primordiais, já que resultam em soluções que protegem a saúde humana e animal, por meio da conservação da biodiversidade.

Neste cenário, o Ministério da Saúde desempenha papel fundamental ao ficar responsável por gerir e planejar ações de promoção, prevenção e assistência à saúde da população brasileira. Deste modo, vê-se a necessidade da aplicação de abordagens relativas à Saúde Única na vigilância, no monitoramento, na investigação e na análise epidemiológica das diferentes doenças, almejando auxiliar, controlar e prevenir seu avanço.

Em suma, as abordagens em Saúde Única vêm crescendo globalmente e cada vez mais as estratégias praticadas permitem que estas iniciativas tenham mais impacto, de forma mais ajustada e com melhor aplicabilidade dos recursos financeiros e humanos.

Fonte: Associação Paulista de Medicina

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